:: Pesquisas ::
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Acesse o Portal do Cidadão :: Nutrição de Organismo Aquáticos
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A  FIPERJ através da Unidade de Tecnologia do Pescado - UTPo, realiza trabalhos de pesquisa relacionados à nutrição de organismos aquáticos.  O objetivo principal das pesquisas é  determinar as exigências de nutrientes essenciais de algumas das espécies de pescados com importância para a aqüicultura brasileira, em especial para o Rio de Janeiro.
Acesse o site da SEAAPI Os trabalhos são desenvolvidas, em sua grande maioria, em cooperação com outras instituições, tanto brasileiras como estrangeiras e contam  com financiamento de órgãos de fomento nacional, como a FAPERJ e o CNPq e também internacional, como a JICA e a Comunidade Européia.
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Equipamentos do Laboratório de Nutrição de Organismos Aquáticos Dentre as linhas de pesquisa desenvolvidas na unidade, uma grande ênfase é dada ao estudo das exigências de lipídios e ácidos graxos para peixes. Isso porque  atualmente existe uma tendência em se produzir alimentos nutricionalmente mais saudáveis para o consumo humano e nesse aspecto alguns ácidos graxos desempenham importante papel nutricional, tanto para os peixes como para o homem. 
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É importante ressaltar que a qualidade nutricional dos pescados para o consumo humano não está baseada na excelência de sua qualidade protéica, onde podemos encontrar muitas outras alternativas, mas sim na concentração de ácidos graxos da série n-3, principalmente o eicosapentaenóico (20:5n-3, EPA) e o docosahexaenóico (22:6n-3, DHA), que atuam na prevenção de uma série de enfermidades do ser humano, como as cardiovasculares, a arterioesclerose, o reumatismo, o câncer e a artrite. Em crianças de idade pré-escolar, o ácido docosahexaenóico DHA desempenha um importante função, tanto na formação dos tecidos neurais como da retina e no desenvolvimento da inteligência.  
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Devido à grande importância nutricional do ácido docosahexaenóico DHA , a FIPERJ através da Unidade de Tecnologia do Pescado iniciará em 2004, em cooperação com a London Metropolitan University e o Instituto de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre outros colaboradores uma pesquisa com duração de cinco anos sobre a importância da inclusão do óleo de peixe na alimentação de crianças em idade pré-escolar. Os recursos alocados para esta pesquisa serão da ordem de 1.000.000,00 de Euros (R$ 3.000.000,00) e serão financiados pela Comunidade Européia.
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Em resumo, as pesquisas desenvolvidas na UTPo visam promover a melhora da qualidade das rações, obtendo assim melhores taxas de ganho de peso e eficiência alimentar das espécies de peixes e camarões. Além disso, ao desenvolver pesquisas para agregar valor nutricional aos pescado, ela contribui para que os produtos oriundos da aqüicultura sejam nutricionalmente mais completos para o consumo humano.
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:: Ecologia de Peixes
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Desde 1982 vêm desenvolvendo Pesquisa Pesqueira na Plataforma Continental da região Sudeste e Sul, e a partir de 1993 junto ao Laboratório de Ecologia de Peixes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, está Integrado a um Projeto de Pesquisa de longo prazo, intitulado "Bioecologia dos Peixes da Baía de Sepetiba, RJ"", financiado pelo CNPq. Este projeto, dentre outros, visa conhecer a ictiofauna da Baía, identificando padrões de distribuição e abundância das espécies bem como suas interações bióticas e abióticas.

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Deste modo tem buscado fornecer subsídios para um monitoramento ambiental e exploração racional dos recursos pesqueiros da região, divulgando os resultados através de publicações em revistas especializadas, comunicados e relatórios técnicos.

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:: Algologia e Fitoplâncton 
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Culturas de microalgas em tanques de 100 litros (Culturas em massa)

Na Estação de Aqüicultura Almirante Paulo Moreira, são cultivadas cinco espécies de algas marinhas: Bellerochea polymorpha, Chaetoceros gracilis, Isochrysis galbana, Nannochloropsis oculata e Tetraselmis chuii.
As algas marinhas microscópicas, fitoplâncton, são importantes por participarem do primeiro nível nutricional da cadeia alimentar nos  ecossistemas aquáticos. 

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:: Rotíferos/Zooplâncton 
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O segundo nível nutricional é constituído por pequenos animais que vivem na superfície da água,zooplânction, os quais basicamente se alimentam do fitoplâncton, dentre esses citamos os rotíferos.
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Esses animais são muito utilizados na alimentação das larvas de peixes marinhos. Na EAAPM/FIPERJ,vem sendo avaliado como alternativa na alimentação das larvas de camarões. Dentre as várias espécies de
rotíferos existentes na natureza, a que melhor se adaptou ao sistema controlado de cultivo foi o Brachionus plicatilis. Duas técnicas de cultivo específicas são utilizadas no cultivo: método da reciclagem (para tanques de até 500 litros) e o método da cultura em massa (tanques que variam de 500 litros até 10.000 litros). 

Rotífero, (Brachionus plicatilis) - fêmea ovada.

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Os rotíferos são cultivados através do método da reciclagem. Para que seja possível a obtenção de culturas de rotíferos é necessária uma apreciável quantidade de cultura de microalgas, no caso, é a Nannochloropsis oculata. Para cada tonelada de rotíferos, é necessária uma disponibilidade de 10 toneladas de algas.
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:: Atividades de Rotina do Laboratório de Culturas de Microalgas e Rotíferos
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:: Manutenção das coleções vivas de fitoplâncton marinho.
:: Isolamento e descontaminação de cepas algas microscópicas.
:: Preparo de meios de culturas.
:: Obtenção de cultura semi-contínua e de em massa de fitoplâncton marinho.
:: Cultivo de Brachionus plicatilis para alimentação das larvas de camarões.
:: Congelamento de rotíferos para uso em aqüicultura.
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:: Linhas de Pesquisa 
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Algas e Rotíferos 
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:: Crescimento da diatomácea marinha Chaetoceros gracitis em diferentes meios de cultura 
:: Adubos orgânicos como fonte de nutrientes para culturas em massa C. gracilis
:: Enriquecimento de rotíferos, Brachionus plicatilis com óleo de fígado de bacalhau. 

«topo»

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